Contribuição ao INSS também receberá alteração nas alíquotas


Dentre as mudanças previstas na Reforma da Previdência, a tabela com as alíquotas para contribuição foram reajustadas.

O objetivo da reforma na Previdência (PEC 6/19) é economizar os gastos públicos com esse setor. Trazendo mais tempo de contribuição dos trabalhadores, pois a previsão era de falência nos cofres. Para isso, regras como a reformulação das alíquotas de contribuição foram alteradas.

Atualmente, os trabalhadores com carteira assinada pagam mensalmente entre, 8%, 9% e 11% ao INSS. Enquanto os servidores federais contribuem com até 11% da sua renda total.

Com a nova proposta, os rendimentos foram divididos em oito faixas com alíquotas diferentes, sendo aplicadas sobre o salário do contribuinte.

  • Até um salário mínimo: 7,5%;
  • De um salário mínimo até R$ 2 mil: 9%;
  • De R$ 2.000,01 a R$ 3 mil: 12%;
  • De R$ 3.000,01 a R$ 5.839,45: 14%;
  • De R$ 5.839,46 a R$ 10 mil: 14,5%;
  • De R$ 10.000,01 a R$ 20 mil: 16,5%;
  • De R$ 20.000.01 a R$ 39 mil: 19%;
  • Acima de R$ 39.000,01: 22%.

Para o funcionário com registro, é debitado do seu salário a quantia proporcional a contribuição ao INSS. Além de garantir a aposentadoria, também poderá receber benefícios como auxílio doença, salário maternidade e pensão por morte.

O trabalhador individual, pode solicitar uma guia de pagamento da previdência no site do INSS ou em uma agência. Realizando os pagamentos mensais e garantindo seus direitos de forma autônoma, sem vínculo empregatício.

Esse processo é permitido para as pessoas acima dos 16 anos, começando com a contribuição referente ao ganho de até 1 salário mínimo.
13 de agosto de 2019

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